O Google Chrome Recomendações de Artigos é a 4ª fonte de tráfego

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O Google Chrome Recomendações de Artigos é a 4ª maior fonte de tráfego de referência. E isso pode ser bom para seu negócio

Google Recommendations Artivles

Conforme o SEJ mostra neste artigo e eu já vejo isso em alguns clientes, o Google Chrome Recomendações de Artigos já se torna na 4ª maior fonte de tráfego.

Um relatório do Chartbeat mostra que o Google Chrome para mobile só esta atrás em tráfego de referência para o Twitter, Facebook e a Busca do Google.

O que é Google Chrome Recomendações de Artigos?

No seu mobile, estas recomendações de artigos aparecem no Chrome.

Também são conhecidos como Artigos para Você, Sugestões de Conteúdo do Chrome ou Sugestões do Chrome.

Este tráfego aumentou em 2017 mais de 2100%, pulando de 15 milhões de visitas para 341 milhões de visitas pro mês (dados mensurados apenas no Android, sem contar o iOS).

Este sucesso se baseia no poder de entregar ao usuario artigos determinados pelo histórico de navegação.

Quanto mais você acessar sites de esportes, mais recomendações de artigos de seu time o Google Chrome irá te entregar.

Temos como manipular as Recomendações de Artigos?

Ainda é muito cedo para termos esse tipo de domínio e acredito que não teremos isso em breve.

O jeito é criar conteúdo relevante para seu público-alvo e deixar o Google fazer a parte dele.

Mas tem um “probleminha”: esse tráfego é considerado de referência e não orgânico.

E isso pode atrapalhar seus relatórios na hora de convencer seus clientes.

Boa sorte com o Google Chrome Recomendações de Artigos, amigos!

Google não liga para sua meta descrição

Yoast SEO

A turma do YOAST SEO fez uma análise e descobriu que o Google não dá a mínima para sua meta descrição… ou não.

meta descrição: o Google não se importa

O pessoal da Yoast postou que eles pesquisaram o antes e o depois que o Google estendeu o tamanho máximo de caracteres das meta descrições (de 160 a 320, em média) alguns meses atrás.

Eles analisaram as 100 páginas mais visitadas do site, via Google Search Console e perceberam após revisar os dados, que:

  1. O Google geralmente não usa sua meta descrição para seu snippet, em vez disso, ele geralmente usa o conteúdo de sua página da Web para sua meta descrição.
  2. Em dois terços dos casos, o Google usou frases do primeiro parágrafo do seu conteúdo em sua página para os snippets selecionados nos resultados da pesquisa.

Com base nisso, parece que você deve fazer um esforço maior para ter seus parágrafos introdutórios de suas páginas mais elaborados para seus snippets e usuários (tudo ao mesmo tempo agora).

E agora com suas meta descrições?

Simples.

Ou não.

Você deverá escrever parágrafos introdutórios com maior inteligência em SEO para atender as 2 demandas de otimização.

Isso se tornará mais difícil nas páginas de produtos de lojas virtuais, mas importante do mesmo jeito.

O que você acha disso?

Reparou algo assim nos seus projetos?

Update: Meta Descrições voltam para 160 caracteres

Nesta semana do dia 14 de maio, percebemos que o volume de caracteres dos snippets não estavam mais com o tamanho de até 320 caracteres.

snippets com 160 caracteres

Ou seja, em dezembro de 2017, o Google dobrou o volume de caracteres nos snippets, o que fez com que todos os analistas de SEO refizessem suas estratégias de meta descrições.

Agora o Google confirmou que voltou atrás.

E lá vamos nós de novo com 160 caracteres nas metas descrições para o desktop e 130 (!?) para mobile.

E para piorar a situação, Danny Sullivan, do Google Search; manda esta resposta:

Largura fixa? Nunca mais.

“A largura do snippet é dinâmico. Nós não fixamos um máximo por causa disso”

Agora o jogo é dinâmico!?

Por isso, sugiro a tática de quanto melhor for a introdução de sua página, menor será seu risco de dar m*rda.

Google confirma update do algoritmo dia 7 de março

Google confirma update no dia 7 de março

John Mueller, do Google, confirmou que a atualização do algoritmo do dia 7 de março não visava necessariamente sites de baixa qualidade.

Pelo contrário, tinha mais a ver com relevância de conteúdo.

Mueller revelou essa informação durante um hangout do Google para webmasters realizado em 6 de abril.

Ele foi questionado:

“Se tivermos um site que foi atingido pela atualização dos dias 7 e 9 de março que é um site autêntico e ele gera conteúdo de qualidade, obtém muitos links e é copiado. Agora, após a atualização, os outros sites que copiam este conteúdo, estão posicionados antes de nós… o que poderíamos fazer para corrigir isso? ”

Google confirma update

Primeiro, Mueller esclarece que tem alguma confusão, explicando que a maioria das atualizações do algoritmo do Google está focada na relevância.

Se as classificações foram afetadas pela atualização do último mês, isso não indica que o conteúdo de um site seja de baixa qualidade.

Muitos sites perdem relevância ao longo do tempo, diz Mueller, independentemente da qualidade do conteúdo.

Quando se trata de descobrir como tornar um site mais relevante, Mueller sugere receber feedback dos usuários sobre o que você poderia fazer de forma diferente para melhorar o site em geral.

Como sempre, com muitas dessas mudanças no tráfego, eu também recomendo verificar todos os detalhes técnicos. Coisas como: somos capazes de rastrear todo o seu conteúdo? Somos capazes de indexar seu conteúdo corretamente? – diz John Mueller.

Resumo da ópera: fique de olho no seu Search Console, amigo.

fonte: Search Engine Journal