36 Mitos de SEO: o que o Google não usa como fator de ranking

Todos os profissionais de SEO e os donos de sites gostam de falar, divulgar e até vender cursos falando sobre os fatores de classificação do Google.

Ninguém tem certeza absoluta sobre esses fatores, até porque, o Google nunca confirmou quais seriam.

(E no dia que fizerem isso, o Bing copia e cola.)

Nós vivemos em cima de experiências e testes e a partir daí, usamos em nossos projetos as ações que dão os melhores resultados.

Todo mundo deve concordar que um conteúdo original e links de relevância trazem resultados, mas sempre tem gente falando de outros sinais que são importantes, mas que o Google repetidamente negou que afetam as classificações nas buscas.

Listamos aqui alguns dos sinais que o Google afirmou não serem sinais diretos de classificação em seus algoritmos de pesquisa.

36 Mitos de SEO: o que o Google não usa como fator de ranking

36 Mitos de SEO: o que o Google não usa como fator de ranking
36 Mitos de SEO: o que o Google não usa como fator de ranking

 

  • Classificações das diretrizes dos avaliadores de qualidade de pesquisa (fonte)
  • Google Ads (fonte)
  • Likes e Menções em Redes Sociais (fonte)
  • Taxas de cliques nos resultados de pesquisa CTR (fonte)
  • Voltar à página de resultados da pesquisa (fonte)
  • Dwell time na página (fonte)
  • Bounce rates (fonte)
  • Dados de envolvimento do usuário em suas páginas da web (fonte)
  • Comportamento do usuário (fonte)
  • Dados do Chrome de core web vitals (fonte)
  • Dados do Google Analytics (fonte)
  • Dados de Toolbar (fonte)
  • Tráfego do Site (fonte)
  • Abandono de Carrinho (fonte)
  • E-A-T (fonte)
  • Design Responsivo (fonte)
  • AMP (fonte)
  • Precisão do conteúdo (fonte)
  • Bio de Autores (fonte)
  • Marcação de Dados Estruturados (fonte)
  • Contagem de palavras (fonte)
  • Outbound links (fonte)
  • Preços de Produtos (fonte)
  • Tamanho da URL (fonte)
  • Acessibilidade (foonte)
  • Stars, ratings e reviews (fonte)
  • Melhor Business Bureau (fonte)
  • Selos de Confiabilidade de organizações (fonte)
  • Idade do Domínio (fonte)
  • Imagens 3D & AR (foonte)
  • Assinaturas de Email newsletter (fonte)
  • Google+ 1s (fonte)
  • Sinais de vida real dos usuários (fonte)
  • Alto volume de páginas (fonte)
  • Frequência de Conteúdo (fonte)
  • Domínio de Autoridade da Moz DA (fonte)

E importa se esses são fatores de classificação que o Google usa em seu algoritmo de pesquisa?

Com certeza, não.

O Google fala a décadas que o que mais importa é ter um site rastreável e indexável, com conteúdo único e útil e ter links para sites de relevância e de autoridade, ou seja; ter um site que ajuda ao usuário a solucionar seu problema ou dúvida.

Não fique bitolado em sinais únicos achando que será a “salvação da lavoura”.

Tenha um site confiável e de qualidade.

Onde os usuários tenham o prazer em compartilhar seu conteúdo.

Você pode não concordar, mas o debate está aberto.

O que acha? Comente ai pra gente saber a sua opinião.

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